sábado, 13 de novembro de 2010

Generación

Hey Manolas(os)

O tema de hoje é um dos que mais justifica o meu apelido(revoltada),mas isso não vem ao caso.
O grande problema é, GENTE ECLÉTICA...eu odeio,não sei porque pessoas assim,fato!
 Vendo uma reportagem onde cinco pessoas falavam de musica,um se autodenomina “eclético”, os outros quatro dão fortes indícios de que não possuem preferência, gosto ou conhecimento sobre coisa alguma. Aliás, se existe um ponto de convergência entre as opiniões é a grande importância que dão para o que “vai bombar no verão”.
 Já tenho observado há algum tempo: gente sem opinião sempre diz ter “gosto eclético”. Eu disse gosto? Que gosto?
  Essa nova geração é um reflexo dos novos valores da sociedade atual - sem preconceitos, sem discriminação, ligada nas tendências de massa, prefere não criticar gostos alheios... Personalidade? Para que serve mesmo? Afinal, a vida é mesmo um moranguinho, não? Escolher alguma coisa pra gostar e conhecer: “Muita mão!”. O lance agora é gostar de tudo (sem conhecer nada). Depois que se escolhe por qual time se nutrirá um fanatismo doentio, nosso papel na vida já está garantido. O resto é efêmero: o que se adora hoje, amanhã já não é tendência e, depois de amanhã, impossível lembrar até mesmo que existiu.
Sendo politicamente incorreta e totalmente fora dos padrões atuais de comportamento, aqui vai minha confissão:

  - Sou preconceituosa, sim!

  E para mostrar quanto é gigante o meu preconceito, ao invés de “chinelear” as minorias, vou me ater unicamente a criticar maiorias. Aí vai:

  Odeio todos os gêneros musicais que terminam com a palavra “universitário” (essa é a maneira mais baixa que a mídia encontrou pra falar de música ruim). Odeio novela. Odeio futebol e não torço pra time nenhum. Odeio o verbo “bombar” em todas suas conjugações, e, aproveitando o tema: “mim” não tem capacidade para conjugar verbo algum. Odeio a Sandy e não possuo curiosidade alguma em relação à sua rotina conjugal. Odeio cantoras de axé. Meu ódio a pagodeiros mereceria outro texto inteiro (e talvez maior).  Odeio poser . Odeio o Papai Noel. Odeio o surrealismo-do-bom-comportamento de Malhação. Aliás, odeio a Globo.  Odeio festas que têm “folia” no nome. Odeio carnaval, é óbvio. Odeio meninas que se chamam de “flor”. Odeio gente repetitiva e por isso paro por aqui.

  E para não ficar fora de moda, termino esse texto lançando uma nova frase-feita: “Ah, meu ódio é bem eclético...”.

Bye Jana^^

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